Despedida fictícia de uma mãe escrava.
Durante a venda de escravos, como nos descreve Gomes Eanes de Zurara, muitas vezes as famílias eram separadas consoante a vontade dos compradores. As separações eram episódios dramáticos, e eram frequentes os chorares das mães e dos filhos, que resistiam à crueldade da escravatura. A primeira venda de escravos negros terá ocorrido em 1444, em Lagos, onde escravos trazidos pelo Infante D. Henrique foram tratados como mercadoria. Para ele, e a coroa portuguesa, detentora do monopólio do tráfico de escravos, eles eram nada mais do que uma fonte rentável.




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